Results for 'S. Athayde'

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  1.  29
    Escala de Altruísmo Autoinformado: evidências de validade de construto.Valdiney V. Gouveia, Rebecca Alves Aguiar Athayde, Rildésia S. V. Gouveia, Ana Isabel Araújo Silva de Brito Gomes & Roosevelt Vilar Lobo de Souza - 2010 - Revista Aletheia 33:30-44.
    Este artigo objetivou adaptar a Escala de Altruismo Autoinformado (EAA), reunindo evidencias de sua validade de construto. Realizaram-se dois estudos em Joao Pessoa (PB), nos quais os participantes responderam a EAA e perguntas demograficas. No Estudo 1 participaram 331estudantes universitarios com ..
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  2.  19
    Why nature matters: A systematic review of intrinsic, instrumental, and relational values.A. Himes, B. Muraca, C. B. Anderson, S. Athayde, T. Beery, M. Cantú-Fernández, D. González-Jiménez, R. K. Gould, A. P. Hejnowicz, J. Kenter, D. Lenzi, R. Murali, U. Pascual, C. Raymond, A. Ring, K. Russo, A. Samakov, S. Stålhammar, H. Thorén & E. Zent - 2024 - BioScience 74 (1).
    In this article, we present results from a literature review of intrinsic, instrumental, and relational values of nature conducted for the Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services, as part of the Methodological Assessment of the Diverse Values and Valuations of Nature. We identify the most frequently recurring meanings in the heterogeneous use of different value types and their association with worldviews and other key concepts. From frequent uses, we determine a core meaning for each value type, which is (...)
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  3.  24
    The ontological layered model in John Searle's biological naturalism: a controversy with Jaegwon Kim.Tárik de Athayde Prata - 2012 - Discusiones Filosóficas 13 (21):119 - 137.
  4.  16
    É o naturalismo biológico uma concepção fisicalista?Tárik De Athayde Prata - 2012 - Principia: An International Journal of Epistemology 16 (2):255–276.
    This paper is concerned with the question as to whether biological naturalism (John Searle’s solution for the mind-body problem) can be construed as a physicalist account of the mind. Despite defending physicalism in connection with particulars (section 2), Searle accepts the dualists’ basic argument for the irreducibility of mental properties (section 3). However, Searle is unable to substantiate his claim that such irreducibility is compatible with physicalism (section 4). This being the case, his theory about the mind is shown to (...)
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  5.  44
    On the Relationship between Subjective and Objective Properties in John Searle’s Biological Naturalism.Tárik De Athayde Prata - 2012 - Filosofia Unisinos 13 (3).
  6. The characterization of the sphere of temperance in EN III.10.Bernardo César Diniz Athayde Vasconcelos - 2018 - Archai: Revista de Estudos Sobre as Origens Do Pensamento Ocidental 24:207-227.
    Our article deals with Aristotle’s account of the sphere of temperance in the Nicomachean Ethics. The goal is to provide a detailed analysis of NE III.10 in order to identify the difficulties this chapter presents us with and to introduce and discuss the interpretations set forth by the secondary literature. Of special interest to us are Aristotle’s intense dialogue with Plato; the difficulty in understanding touch as the most common of the senses and Aristotle’s severe judgment of the pleasures of (...)
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  7.  27
    Características E dificuldades do naturalismo biológico de John Searle.Tárik de Athayde Prata - 2009 - Philósophos - Revista de Filosofia 14 (1):141-173.
    The paper aims at giving a general exposition of John Searle’s solution of the mind-body problem – biological naturalism – and examines its fundamental theses, and some of its consequences. The exam of such theses – which delineates the characteristics of Searle's theory – shows that the theory has three main difficulties, since it holds some assertions which at first sight seem to be incompatible.
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  8.  20
    Subjetividade ontológica na filosofia da mente de John Searle.Tárik de Athayde Prata - 2007 - Philósophos - Revista de Filosofia 12 (2).
    This paper contains an analysis of a famous criticism from John Searle on materialist tradition. This tradition uses to ignore or even refuse the subjectivity of mental phenomena. This paper examines Searle’s strategy to defend this subjectivity, refusing the essential character of behavior to the mental aspect (section II), distinguishing subjective and objective in epistemic and ontological senses (section III) and showing his solution to the problem of other minds (section IV). However, his attempt to obtain an indirect access to (...)
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  9.  31
    O modelo ontológico estratificado no naturalismo biológico de John Searle: uma controvérsia com Jaegwon Kim.Tárik de Athayde Prata - 2012 - Discusiones Filosóficas 13 (21):119 - 137.
  10.  17
    Uma objeção à concepção disposicional dos fenômenos mentais inconscientes.Tárik De Athayde Prata - 2018 - Principia: An International Journal of Epistemology 22 (3):507-526.
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  11.  18
    Características E dificuldades do naturalismo biológico de John Searle.Tárik De Athayde Prata - 2009 - Philósophos - Revista de Filosofia 14 (1).
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  12.  14
    Consciência e fenômenos mentais inconscientes: as visões de David Armstrong e John Searle.Tárik De Athayde Prata - 2020 - Philósophos - Revista de Filosofia 25 (1).
    O artigo examina as concepções de consciência, bem como as concepções de fenômenos mentais inconscientes, de David Armstrong e John Searle. Enquanto Armstrong entende a consciência como decorrente de uma percepção de segunda ordem, de modo que um fenômeno inconsciente é apenas um fenômeno mental que não é percebido, Searle entende a consciência como um estado global, o que torna sua visão do inconsciente mais complicada. Estados mentais inconscientes não passam de padrões de atividade neuronal, padrões que são capazes de (...)
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  13.  10
    O que há de reducionismo no naturalismo biológico de Searle?Tárik De Athayde Prata - 2015 - Revista de Filosofia Aurora 27 (42):875.
    O artigo tem como objetivo geral determinar se o naturalismo biológico é uma forma de fisicalismo ou de dualismo. Após uma exposição das semelhanças da teoria com o fisicalismo reducionista, é examinada a visão de Searle sobre a redução causal, e discutida uma maneira como sua concepção acerca das capacidades causais da consciência e do cérebro pode ser reformulada para não comprometê-lo com o reducionismo.
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  14.  23
    Subjetividade ontológica na filosofia da mente de John Searle.Tárik de Athayde Prata - 2007 - Philósophos - Revista de Filosofia 12 (2).
  15.  12
    Subjetividade ontológica na filosofia da mente de John Searle.De Athayde Prata Tárik - 2007 - Philósophos - Revista de Filosofia 12 (2).
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  16.  6
    Teoria disposicional de Searle e o problema da causação mental inconsciente.Tárik De Athayde Prata - 2022 - Revista Filosófica de Coimbra 31 (61):75-96.
    Exatamente como Descartes, Searle concebe a consciência como essencial aos fenômenos mentais. Para compatibilizar essa concepção cartesiana da consciência com a aceitação da existência do inconsciente, ele defende uma teoria disposicional: estados inconscientes existem como disposições para a produção de estados conscientes. Entretanto, seu argumento para a conexão entre o mental e a consciência se baseia na tese de que a forma aspectual não existe em fenômenos objetivos, o que é incompatível com a causação mental inconsciente. Para ser causalmente eficaz, (...)
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  17.  16
    Tomás de aquino E o otimismo cristão: A presença do Mal no mundo como evidência da bondade divina/thomas Aquinas and the Christian optimism: The presence of evil in the world as evidence of the divine goodness.Daniel Athayde Quelhas - 2013 - Synesis 5 (2):42-62.
    O presente artigo apresenta a solução de Tomás de Aquino ao problema do mal natural. Ao resolver o problema, o Aquinate circunscreveu a origem do mal natural às coisas criadas, às causas segundas, e coordenou tal solução com as doutrinas teológicas da providência, da criação e da bondade divina. Desse modo, a existência de Deus não entra em contradição com a presença do mal no mundo, mas esta se torna uma evidência da bondade divina.
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  18.  30
    Thomas Aquinas and the christian optimism: the presence of evil in the world as evidence of the divine goodness.Daniel de Athayde Quélhas - 2013 - Synesis 5 (2):42-62.
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  19.  26
    Escala de Altruísmo Autoinformado: evidências de validade de construto.Valdiney V. Gouveia, Rebecca Alves Aguiar Athayde, Rildésia Sv Gouveia, Ana Isabel Araújo Silva de Brito Gomes & Roosevelt Vilar Lobo de Souza - 2010 - Revista Aletheia 33:30-44.
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  20. A consciência como uma percepção do mental e o estatuto dos fenômenos mentais inconscientes na perspectiva de David Armstrong.Tárik de Athayde Prata - 2019 - Sofia 8 (1):199-220.
    O artigo examina a teoria de David Armstrong sobre a consciência e sua concepção do inconsciente. Após uma discussão do caráter anti-cartesiano dessa teoria, são discutidas as noções de consciência mínima e consciência perceptiva, bem como o conceito de consciência introspectiva, que é o mais importante para Armstrong. A conclusão é que, apesar do valor explicativo dos seus conceitos de consciência, Armstrong defende uma perspectiva insatisfatória a respeito do inconsciente, pois essa perspectiva não dá conta da real influência do inconsciente (...)
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  21.  49
    Leibniz's 'New system' and associated contemporary texts.R. S. Woolhouse & Richard Francks (eds.) - 1997 - New York: Oxford University Press.
    This volume gathers together for the first time are all the key texts in a crucial debate in modern philosophy, centered on Leibniz's famous 1695 essay, the "New System of the Nature of Substances and their Communication," in which he introduced his strikingly original theory of metaphysics. His "system" became increasingly famous and drew him into discussion and development of these ideas, both in public and in private, with a variety of thinkers, most notably the great French philosopher Pierre Bayle. (...)
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  22. Dificuldades da concepção de John Searle sobre a redução da consciência: o problema das capacidades causais.Tárik de Athayde Prata - 2008 - Princípios 15 (24):05-29.
    O artigo investiga a concepçáo de reduçáo de Searle no que se refere à compatibilidade entre redutibilidade causal e simultânea irredutibilidade ontológica da consciência à atividade cerebral. A reduçáo causal da consciência – a explanabilidade causal de suas características por processos cerebrais e a identidade de suas capacidades causais (seçáo 2) – é incompatível com a irredutibilidade ontológica (seçáo 3), porque a diferença ontológica entre características subjetivas e objetivas torna a identidade das capacidades causais incompreensível (seçáo 4). O principal problema (...)
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  23.  14
    Um argumento contra a tese da subjetividade ontológica da consciência no naturalismo biológico de John Searle.Tárik De Athayde Prata - 2020 - Filosofia Unisinos 21 (3):303-311.
    John Searle claims that consciousness is ontologically subjective, since conscious mental phenomena only exist as long as they are experienced. Therefore, mental phenomena are essentially conscious, insofar as their mental character depends on their connection with consciousness. However, to align the acceptance of unconscious mental phenomena with his Cartesian view of consciousness, Searle defends adispositional account of the unconscious. The problem is that some cases of unconscious mental causation require that certain decisive mental properties exist in an occurrent way, and (...)
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  24.  23
    A estrutura da autoconsciência na filosofia da mente de John Searle.Tárik de Athayde Prata - 2017 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 62 (2):428-452.
    A tese defendida no presente artigo é que a autoconsciência, na visão de Searle é uma caraterística do campo unificado de consciência. Após uma discussão de três distinções a respeito da consciência propostas por Rosenthal, é discutido o conceito de consciência de Searle – como um fenômeno qualitativo, subjetivo e unificado – e o caráter holístico desse conceito. A discussão que Searle faz dos conceitos de autoconsciência e de introspecção mostra que ele acredita que uma autoconsciência implícita é uma característica (...)
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  25.  4
    Irredutibilidade Ontológica da Consciência e Dualismo de Propriedades No Naturalismo Biológico de John Searle.Tárik de Athayde Prata - 2023 - Endoxa 51.
    O artigo defende a tese de que a irredutibilidade ontológica que Searle atribui à consciência envolve o naturalismo biológico (proposto por ele como uma solução para a parte conceitual do problema mente-corpo) em diversas incoerências, especialmente no que diz respeito ao tema da causação mental. Após uma apresentação das teses básicas da teoria (seção 2), são discutidos os problemas que a tese da irredutibilidade ontológica gera para a visão de Searle sobre a causação mental (seção 3), e as incoerências decorrentes (...)
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  26.  59
    É o naturalismo biológico uma concepção fisicalista?Tárik de Athayde Prata - 2012 - Principia: An International Journal of Epistemology 16 (2):255-276.
    http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p255 O artigo investiga se o naturalismo biológico (a solução de John Searle para o problema mente-corpo) pode ser considerado uma concepção fisicalista acerca da mente. Apesar de defender um fisicalismo a respeito dos particulares (seção 2), Searle adere ao argumento básico dos dualistas para a irredutibilidade das propriedades mentais (seção 3), e não consegue fundamentar sua alegação de que tal irredutibilidade é compatível com o fisicalismo (seção 4). Desse modo, sua teoria da mente se revela como um dualismo de (...)
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  27.  9
    A teoria disposicional de Searle sobre os fenômenos inconscientes e o problema da eficácia causal.Tárik De Athayde Prata - 2019 - Pensando - Revista de Filosofia 10 (19):11.
    Searle defende a perspectiva – historicamente associada a Descartes – segundo a qual a consciência é a essência da mente. Isso gera complicações para que ele possa explicar a existência de fenômenos mentais inconscientes – existência que o próprio Searle aceita. Sua estratégia para conciliar a essencialidade da consciência com a existência de fenômenos mentais inconscientes é recorrer a uma teoria disposicional: estados inconscientes existem na forma de disposições para a causação de estados conscientes. O presente artigo se concentra em (...)
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  28.  11
    Consciência, subjetividade e o problema do inconsciente na filosofia da mente de John Searle.Tárik de Athayde Prata - 2020 - ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA 1 (1):6-26.
    Resumo: John R. Searle articulou uma filosofia da mente de acordo com a qual a consciência é o mais importante dos fenômenos mentais, sendo essencialmente caracterizada por uma subjetividade de seu modo de existência. O problema é que a existência de fenômenos mentais inconscientes coloca essa concepção em dificuldades, pois fenômenos inconscientes existem sem serem vivenciados, ou seja, existem de forma objetiva. Para escapar desse problema, Searle propõe uma teoria disposicional do inconsciente, mas a tese do presente trabalho é que, (...)
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  29.  74
    Oscilações entre o reducionismo e o fisicalismo não-redutivo no naturalismo biológico de John Searle.Tárik de Athayde Prata & Maxwell Morais de Lima Filho - 2013 - Trans/Form/Ação 36 (2):195-218.
    O artigo examina a concepção de Searle sobre a redução da consciência (em especial a sua teoria acerca de seus poderes causais), que se mostra obscura e incoerente. Porém, essa incoerência não é inevitável, pois o naturalismo biológico possui elementos que permitiriam a articulação de uma teoria mais clara a respeito das capacidades causais. O exame da teoria de Pereboom e Kornblith possibilita entender por que a afirmação de identidade das capacidades causais leva a um reducionismo. Essa teoria aponta um (...)
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  30.  3
    Muzykalʹnoe iskusstvo segodni︠a︡: novye vzgli︠a︡dy i nabli︠u︡denii︠a︡: po materialam nauchnoĭ konferent︠s︡ii "Muzykoznanie na rubezhe vekov: problemy, funkt︠s︡ii, perspektivy", g. Novosibirsk, 2001 g.Vsevolod Vsevolodovich Zaderat︠s︡kiĭ (ed.) - 2004 - Moskva: Kompozitor.
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  31. Myth and philosophy in Plato's Phaedrus.Daniel S. Werner - 2012 - New York: Cambridge University Press.
    Plato's dialogues frequently criticize traditional Greek myth, yet Plato also integrates myth with his writing. Daniel S. Werner confronts this paradox through an in-depth analysis of the Phaedrus, Plato's most mythical dialogue. Werner argues that the myths of the Phaedrus serve several complex functions: they bring nonphilosophers into the philosophical life; they offer a starting point for philosophical inquiry; they unify the dialogue as a literary and dramatic whole; they draw attention to the limits of language and the limits of (...)
  32.  10
    The potential for a universal business ethics.S. N. Woodward - 2001 - In Alan R. Malachowski (ed.), Business ethics: critical perspectives on business and management. New York: Routledge. pp. 3--87.
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  33. Functional relation between dominance phase and suppression phase in binocular rivalry.S. Yoon & C. Chung - 2004 - In Robert Schwartz (ed.), Perception. Malden Ma: Blackwell. pp. 97-98.
  34. Estimation of 3-D figures induced by 2-D mobile constellations of dots.S. Zdravkovic - 1996 - In Enrique Villanueva (ed.), Perception. Ridgeview. pp. 61-61.
     
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  35. Influence of edge sharpness depends on the number of illumination levels.S. Zdravkovic & T. Agostini - 2004 - In Robert Schwartz (ed.), Perception. Malden Ma: Blackwell. pp. 113-113.
     
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  36. Developmental psychology, bewildered and paranoid: A reply to Kaplan.S. H. White - 1983 - In Richard M. Lerner (ed.), Developmental psychology: historical and philosophical perspectives. Hillsdale, N.J.: L. Erlbaum Associates. pp. 233--239.
     
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  37.  3
    Kai ho anthrōpos anazētēse to theo tou: psēgmata apo tē philosophia tōn aiōnōn.Achilleas Xenakēs - 1991 - Athēna: Ekdoseis Omvros.
    t. 1. Apo ton prōto skeptomeno anthrōpo mechri ton 6. aiōna M.Ch. -- t. 2. Apo ton 7. aiōna M.Ch. mechri to sēmera.
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  38.  4
    Monisticheskai︠a︡ paradigma filosofskogo ponimanii︠a︡ mira i cheloveka.M. G. Zelent︠s︡ova - 2001 - Ivanovo: Ivanovskiĭ gos. universitet.
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  39.  93
    SMEs and CSR in Developing Countries.Søren Jeppesen, Peter Lund-Thomsen & Dima Jamali - 2017 - Business and Society 56 (1):11-22.
    This article is the guest editors’ introduction to the special issue in Business & Society on “SMEs and CSR in Developing Countries.” The special issue includes four original research articles by Hamann, Smith, Tashman, and Marshall; Allet; Egels-Zandén; and Puppim de Oliveira and Jabbour on various aspects of the relationship of small and medium enterprises to corporate social responsibility in developing countries.
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  40.  18
    The Explanation Game: A Formal Framework for Interpretable Machine Learning.David S. Watson & Luciano Floridi - 2021 - In Josh Cowls & Jessica Morley (eds.), The 2020 Yearbook of the Digital Ethics Lab. Springer Verlag. pp. 109-143.
    We propose a formal framework for interpretable machine learning. Combining elements from statistical learning, causal interventionism, and decision theory, we design an idealised explanation game in which players collaborate to find the best explanation for a given algorithmic prediction. Through an iterative procedure of questions and answers, the players establish a three-dimensional Pareto frontier that describes the optimal trade-offs between explanatory accuracy, simplicity, and relevance. Multiple rounds are played at different levels of abstraction, allowing the players to explore overlapping causal (...)
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  41. AI Art is Theft: Labour, Extraction, and Exploitation, Or, On the Dangers of Stochastic Pollocks.Trystan S. Goetze - 2024 - Proceedings of the 2024 Acm Conference on Fairness, Accountability, and Transparency:186-196.
    Since the launch of applications such as DALL-E, Midjourney, and Stable Diffusion, generative artificial intelligence has been controversial as a tool for creating artwork. While some have presented longtermist worries about these technologies as harbingers of fully automated futures to come, more pressing is the impact of generative AI on creative labour in the present. Already, business leaders have begun replacing human artistic labour with AI-generated images. In response, the artistic community has launched a protest movement, which argues that AI (...)
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  42.  3
    Lekt︠s︡iï z istoriï filosofiï.I. S. Zakhara - 1997 - Lʹviv: Lʹvivsʹka bohoslovsʹka akademii︠a︡.
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  43. Berkeley’s Theory of Perception: Searle Versus Pappas.S. Sreenish - 2024 - Journal of the Indian Council of Philosophical Research 41 (2):259-272.
    In Seeing Things as They Are (Searle 2015), Searle developed a direct realist’s theory of perception. According to direct realism, physical objects are directly and immediately perceived. Searle claims that Berkeley’s theory of perception goes against direct realism. For Searle, Berkeley’s theory suggests that only subjective experiences (ideas) are directly and immediately perceived, not physical objects. Contrary to Searle, G. S. Pappas claims that Berkeley’s theory of perception is consistent with the view that physical objects are immediately perceivable (Pappas 1982; (...)
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  44.  2
    Print︠s︡ip svobody v postroenii nachalʹnogo obrazovanii︠a︡: metodologicheskie osnovy, istoricheskiĭ opyt i sovremennye tendent︠s︡ii: monografii︠a︡.V. V. Zaĭt︠s︡ev - 1998 - Volgograd: "Peremena".
  45. Ibn Sīnā’s Approach to Equality and Unity.S. Rahman, Johan-Georg Granström & Z. Salloum - unknown
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  46.  39
    Slow growing versus fast growing.S. S. Wainer - 1989 - Journal of Symbolic Logic 54 (2):608-614.
  47.  3
    Hē prosōkratikē philosophia kai hoi synchrones physikes epistēmes: ho Empedoklēs san syndesmos: meletē.Michalēs El Xylinas - 1997 - Athēna: Ekdoseis "Dōdōnē".
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  48.  5
    Ot i︠a︡ k drugomu: problemy sot︠s︡ialʹnoĭ ontologii v postklassicheskoĭ filosofii.I. Zhuk & T. V. Shchitt︠s︡ova (eds.) - 1998 - Minsk: Propilei.
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  49. Capital Punishment.Benjamin S. Yost - 2023 - In Mortimer Sellars & Stephan Kirste (eds.), Encyclopedia of the Philosophy of Law and Social Philosophy. Dordrecht: Springer. pp. 1-9.
    Capital punishment—the legally authorized killing of a criminal offender by an agent of the state for the commission of a crime—stands in special need of moral justification. This is because execution is a particularly severe punishment. Execution is different in kind from monetary and custodial penalties in an obvious way: execution causes the death of an offender. While fines and incarceration set back some of one’s interests, death eliminates the possibility of setting and pursuing ends. While fines and incarceration narrow (...)
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  50. Climate Change and Decision Theory.Andrea S. Asker & H. Orri Stefánsson - 2023 - In Pellegrino Gianfranco & Marcello Di Paola (eds.), Handbook of Philosophy of Climate Change. Springer Nature. pp. 267-286.
    Many people are worried about the harmful effects of climate change but nevertheless enjoy some activities that contribute to the emission of greenhouse gas (driving, flying, eating meat, etc.), the main cause of climate change. How should such people make choices between engaging in and refraining from enjoyable greenhouse-gas-emitting activities? In this chapter, we look at the answer provided by decision theory. Some scholars think that the right answer is given by interactive decision theory, or game theory; and moreover think (...)
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