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Konrad Utz [17]Konrad Christoph Utz [4]
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Konrad Utz
Universidade Federal do Ceará
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    Praktische Vernunft in der Grundlegung zur Metaphysik der Sitten.Konrad Utz - 2015 - Zeitschrift für Philosophische Forschung 69 (4):474-501.
    „Ein jedes Ding in der Natur wirkt nach Gesetzen. Nur ein vernünftiges Wesen hat das Vermögen, nach der Vorstellung der Gesetze, i.e. nach Prinzipien zu handeln oder einen Willen.“ So definiert Kant in der Grundlegung zur Metaphysik der Sitten den Willen oder, was für ihn dasselbe ist, die praktische Vernunft. Die Moral ergibt sich sowohl unter dem formalen Gesichtspunkt ihres Geltungsanspruchs wie unter dem materialen ihrer Grundnorm, nämlich des kategorischen Imperativs, aus der Selbstanwendung der apriorischen Grundstruktur der praktischen Vernunft. Damit (...)
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  2. 3. O “progresso na consciência da liberdade”: Um aspecto ético da Filosofia da História de Hegel.Konrad Christoph Utz - 2015 - [email protected] - An International Journal for Moral Philosophy 14 (1):82-103.
    Some features of Hegel’s Philosophy of History make it hardly acceptable in the 21st century. It proposes a final destination (Endzweck) of history, together with a principle of rational, dialectic necessity to take it there. In fact, these conceptions are not as absurd as they may seem to contemporary eyes. Nevertheless, the article doesn’t pretend to defend them, but aims to show that there is, behind these two, a third principle which is well worth to be defended –and which, in (...)
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  3. Kant e a questão "por quê ser moral?".Konrad Christoph Utz - 2018 - [email protected] - An International Journal for Moral Philosophy 17 (1):81-98.
    A questão “por quê ser moral”, que foi formulada expressamente no contexto do debate filosófico acadêmico por Francis Herbert Bradley, divide os leitores quando buscam sua resposta em Kant. Uns acham, como Gerold Prauss, que Kant negue a possibilidade de tal resposta e diga que a moral precisa ser aceita como um fato simplesmente dado, o “fato da razão”. Contudo, como tal imediatismo ou “decisionismo transcendental” parece insatisfatório, um outro grupo defende a assim chamada “interpretação do agente racional”, onde este (...)
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  4.  87
    A subjetividade na “Ciência da Lógica”.Konrad Christoph Utz - 2010 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 55 (3):116-129.
    O artigo tenciona explicar o conceito da subjetividade na Ciência da Lógica (CdL) a partir de sua forma inicial, diferentemente da maioria dos vários estudos sobre a temática, que discute as formas já mais desenvolvidas, que ocorrem dentro da Lógica do Conceito. Porém, como essa última, desde início, é “Lógica Subjetiva”, a subjetividade precisa ser constituída antes ou no ponto do começo dela. Essa subjetividade inicial e mínima explica-se por primeiro pela identificação de subjetividade e liberdade, por segundo, pela compreensão (...)
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  5. O método dialético de Hegel.Konrad Utz - 2005 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (1):165-185.
    A questão do método na Ciência da Lógica (CL) é uma das mais controvertidas na discussão da filosofia de Hegel. O artigo defende a opinião de que o “método absoluto” de fato apresenta uma estrutura formal definida e distinta que seja o princípio geral de todo o desenvolvimento do sistema hegeliano (maduro). Defende essa interpretação contra mal-entendimentos, sobretudo contra aquele que um tal método geral tornaria a CL num formalismo vazio. O método hegeliano é apresentado como método do determinar, sendo (...)
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  6.  19
    Liberdade Em Hegel.Konrad Utz - 2004 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 50 (2):257.
    As normas da moral são as regras sob as quais o indivíduo livre limita livremente sua liberdade em prol da liberdade geral. As normas da lei são regras sob as quais o indivíduo livre é forçado a limitar sua liberdade em prol da liberdade geral. Com isso quase todos os filósofos modernos concordam. A ideia genial e central da filosofia prática de Hegel é que as normas tanto da moral quanto da lei não são limitações da liberdade, mas o cumprimento (...)
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  7. Review of: Hegel's Idea of a Phenomenology of Spirit. [REVIEW]Konrad Utz - 1999 - Zeitschrift für Philosophische Forschung 53 (4):615-619.
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  8.  16
    Logical Space and Logical Time Variations on Hegel’s “Being-Nothing-Becoming”.Konrad Christoph Utz - 2018 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 63 (1):262.
    Since some time the metaphor of logical space has been used to open new approaches to Hegel’s “Science of Logic”. Frequently it is noticed that in such an interpretation logical space must be understood as dynamic. However, as far as I can see, nobody has done yet the step to introduce the concept of logical time into the discussion, even though this step seems to suggest itself. The following contribution seeks to develop this thought and arrives at some new conceptions, (...)
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  9.  19
    Quid mihi?Konrad Utz - 2016 - Deutsche Zeitschrift für Philosophie 64 (2):213-227.
    Kant did not explain the method of his foundation of ethics expressly. However, we can comprehend it as the demonstration of the originality of morality. For morality cannot be derived from anything non-moral – such a relation of derivation would destroy it. Therefore, there cannot be a justification or proof of morality in the strong sense, there can only be a “groundwork”, as the term “Grundlegung” is normally translated in English. This groundwork or grounding consists in disclosing the place or (...)
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  10.  39
    Freundschaft und Wohlwollen bei Aristoteles.Konrad Utz - 2003 - Zeitschrift für Philosophische Forschung 57 (4):543-570.
    Drei Arten der Freundschaft gibt es nach Aristoteles. In der ersten, der Freundschaft im vollen und eigentlichen Sinn, lieben sich die Freunde aufgrund ihrer charakterlichen Vortrefflichkeit, in der zweiten, weil sie sich Lust bereiten und in der dritten, weil sie sich nützlich sind. Alle drei Freundschaftsformen erfordern Gegenseitigkeit und Unverborgenheit der Gesinnung. Bezüglich eines weiteren Kriteriums scheint der Text auf den ersten Blick undeutlich zu sein : das Wohlwollen ist zunächst Bestandteil der allgemeinen Freundschaftsdefinition, wird dann aber nach Meinung der (...)
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