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  1. La classification cartésienne des passions.Jean-Marie Beyssade - 1983 - Revue Internationale de Philosophie 37 (3):278.
     
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  2.  19
    VIX (Éthique IV Appendice chapitre 7) ou peut-on se sauver tout seul ?Jean-Marie Beyssade - 1994 - Revue de Métaphysique et de Morale 99 (4):493 - 503.
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  3.  9
    Méditations métaphysiques: Objections et réponses suivies de quatre lettres.René Descartes & Jean-Marie Beyssade - 2011 - Garnier-Flammarion.
    Poser les fondements de toute philosophie et de tout savoir, en retraçant le chemin qui mène du doute radical à l'indubitable science : telle est l'entreprise de Descartes dans ses Méditations métaphysiques. Tout au long de cet ouvrage original où se conjuguent démonstration et ascèse, la vérité se fonde à mesure que le lecteur se découvre et se forme, en éprouvant, après l'incertitude de toute connaissance, l'existence du sujet pensant, de Dieu, des choses matérielles, la distinction de l'âme et du (...)
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  4. On sensory–motor mechanisms in Descartes: Wonder versus reflex.Jean-Marie Beyssade - 2003 - In Byron Williston & André Gombay (eds.), Passion and Virtue in Descartes. Humanity Books. pp. 129--152.
     
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  5. Correspondance avec Elisabeth et autres lettres.René Descartes, Jean-Marie Beyssade & Michelle Beyssade - 1989 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 179 (4):598-599.
     
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  6. Descartes' "I am a thing that thinks" versus Kant's "I think".Jean-Marie Beyssade - 2008 - In Daniel Garber & Béatrice Longuenesse (eds.), Kant and the Early Moderns. Princeton University Press.
  7.  13
    Vix (Ética IV, Apêndice, capítulo 7) ou: é possível salvar-se sozinho?Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):108.
    O artigo discute uma tese que o autor julga ser falsa, a saber, a tese que consiste em sustentar que, para Espinosa, a salvação de um indivíduo passa necessariamente pela mediação da relação política e que, no fim das contas, a liberdade ética dependeria da liberação política. A explicitação da inadequação desta tese toma como fio condutor o comentário detalhado do capítulo VII do Apêndice da quarta parte da Ética, com ênfase na análise da função central que a expressão vix (...)
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  8.  7
    A crítica kantiana do cogito de Descartes (sobre o §25 da Dedução Transcendental).Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):179.
    Proponho-me a discutir a crítica de Kant ao que se convencionou chamar de “cogito” cartesiano. Buscar o que ele recusa, mas também, talvez, e sobretudo, o que ele preserva no “cogito”, como se diz habitualmente.
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  9.  10
    A Experiência do Sonho e a Exterioridade de Descartes a Berkeley.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):22.
    Gostaria, aqui, de comparar dois modos de argumentar acerca do sonho: o de Descartes nas MeditaçõesMetafísicas, o de Berkeley nos Três Diálogos. Os dois filósofos se defrontam com um elemento fundamentalna nossa experiência de homens em vigília, a exterioridade ou outness: tanto a percepção sensívelquanto o conhecimento físico nos dão a conhecer corpos exteriores uns aos outros e exteriores a nóspróprios. Ambos os filósofos, para pôr à prova essa exterioridade e interrogar sua natureza, sua origem eos limites de sua validade, (...)
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  10.  3
    4. ‘But Such People Are Insane’: On a Disputed Passage from the First Meditation.Jean-Marie Beyssade - 2016 - In ChristopherVE Penfield, Vernon W. Cisney & Nicolae Morar (eds.), Between Foucault and Derrida. Edinburgh University Press. pp. 82-100.
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  11.  17
    Chapter 2. Descartes’ “I Am a Thing That Thinks” versus Kant’s “I Think”.Jean-Marie Beyssade - 2008 - In Daniel Garber & Béatrice Longuenesse (eds.), Kant and the Early Moderns. Princeton University Press. pp. 32-40.
  12.  7
    Du contrat social en général.Jean-Marie Beyssade - 1978 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 168 (3):273 - 285.
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  13.  6
    Do contrato social em geral.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):124.
    Neste artigo, examina-se o pacto social descrito por Rousseau à luz de dois outros modelos: a confederação europeia e a religião do homem. Trata-se de comparar o domínio de legitimidade de cada modelo do ponto de vista do estado de guerra entendido, em sentido geral, como horizonte-limite ao qual tendem inevitavelmente os conflitos de interesses particulares.
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  14.  18
    Descartes et Corneille ou les démesures de l'ego.Jean-Marie Beyssade - 1991 - Laval Théologique et Philosophique 47 (1):63-82.
  15.  18
    Des Méditations métaphysiques aux Méditations de philosophie première. Pourquoi retraduire Descartes ?Michelle Beyssade & Jean-Marie Beyssade - 1989 - Revue de Métaphysique et de Morale 94 (1):23 - 36.
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  16.  7
    Das Meditações Metafísicas às Meditações de Filosofia Primeira Por que retraduzir Descartes?Michelle Beyssade & Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):10.
    Os autores pretendem, a partir de exemplos, mostrar que a tradução Méditations métaphysiques de 1647não é uma tradução fiel da primeira edição das Meditationes de prima philosophia de 1641, ainda queseja um texto autenticamente cartesiano.
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  17. Descartes on Material Falsity.Jean-Marie Beyssade - 1992 - In Phillip D. Cummins & Guenter Zoeller (eds.), Minds, Ideas, and Objects: Essays on the Theory of Representation in Modern Philosophy. Ridgeview.
     
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  18. Descartes On the Freedom of the Will: Is the knowledge of our own freedom the first one we obtain when we philosophize in an orderly way?Jean-Marie Beyssade - 1988 - Graduate Faculty Philosophy Journal 13 (1):81-96.
     
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  19.  9
    Descartes político?Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):70.
    O artigo tem por objetivo examinar se haveria uma política na filosofia de Descartes. Partindo do fato de que, aparentemente, nenhuma política se abriga nessa filosofia, são discutidas cada uma dessas três leituras: (1) o cartesianismo permaneceu à espera de uma política que lhe conviesse; (2) o cartesianismo é incompatível com toda política; (3) o cartesianismo tem uma política, mas ela é menos visível que os seus outros assuntos. O autor argumenta em favor da leitura de que haveria uma política (...)
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  20.  10
    Descartes sobre a falsidade material.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):50.
    Tratarei de uma noção controversa na filosofia de Descartes: o que ele chamou de ideia materialmente falsa. Essa noção suscita questões tanto internas quanto históricas. Neste artigo irei tratar unicamente do problema interno, especificamente colocando em questão a consistência da explicação de Descartes. Para tanto, examinarei a surpreendente noção de falsidade material na Terceira Meditação (seção I) e sua aplicação às meras sensações (seção II), examinarei a troca entre Arnauld e Descartes sobre a falsidade material (seções III e IV) e, (...)
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  21.  5
    Estado de guerra e pacto social segundo J. J. Rousseau.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):160.
    Trata-se neste artigo de comparar o lugar do estado de guerra nas formulações do pacto social no SegundoDiscurso e no Contrato social. O autor examina o deslocamento teórico operado por Rousseau no tocante ao estado de guerra e suas condições de possibilidade, começando com o quadro das relações entre indivíduos até chegar ao das relações entre corpos políticos.
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  22.  5
    Escolha de princípios e irreversibilidade do tempo em J.-J. Rousseau.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):147.
    Inspirado na tese segundo a qual a revolução cartesiana inaugura de modo irreversível um tempo da ciência, Beyssade compara a formação do pensamento em duas histórias de vida paralelas: a de Rousseau, quando o escritor genebrino estabelece os princípios de sua filosofia, e a do próprio Beyssade, quando este revisa a interpretação da obra de Rousseau que aprendera com seu mestre Robert Derathé.
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  23. En quête d'une ontologie cartésienne: sur trois formules à corriger.Jean-Marie Beyssade - 2009 - Revue de Théologie Et de Philosophie 141 (1):1-28.
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  24.  29
    Les « Descartes » de Geneviève Rodis-Lewis et la pensée du développement.Jean-Marie Beyssade - 2007 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 132 (3):289.
    On cherche à mettre en perspective les divers ouvrages généraux de Geneviève Rodis-Lewis sur Descartes, « ses » Descartes, qui se reprennent et se corrigent sans se répéter ni se contredire, avec les trois images de Descartes qui dominent les études cartésiennes en France autour des années 1950 : « les » Descartes de Gouhier, d'Alquié et de Gueroult. La notion de développement semble un trait commun à l'objet étudié et à la méthode mise en œuvre pour l'approcher. 1 /Le (...)
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  25.  20
    L'EXPÉRIENCE DU RÊVE ET L'EXTÉRIORITÉ (De Descartes à Berkeley).Jean-Marie Beyssade - 1986 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 176 (3):339 - 353.
  26.  28
    « L'étendue n'est pas le corps » (Regulae XIV, AT X, 444, L. 18). Genres d'être et façons de parler dans les Regulae.Jean-Marie Beyssade - 1997 - Laval Théologique et Philosophique 53 (3):755-766.
  27. La philosophie première de Descartes. Le temps et la cohérence de la métaphysique, coll. « Nouvelle Bibliothèque scientifique ».Jean-Marie Beyssade - 1980 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 170 (1):103-105.
     
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  28.  76
    « Mais quoi ce sont des fous »: Sur un passage controversé de la « Première Méditation ».Jean-Marie Beyssade - 1973 - Revue de Métaphysique et de Morale 78 (3):273 - 294.
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  29.  10
    Norma e essência em Espinosa.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):117.
    O artigo examina algumas passagens centrais para o esclarecimento dos desafios colocados pelo pensamento da normatividade em Espinosa. Neste artigo, Jean-Marie Beyssade oferece algumas indicações preciosas sobre como a reflexão de Espinosa no campo teórico acerca da normatividade imanente à ideia verdadeira (“a verdade é norma de si mesma e do falso”) fornece elementos que permitem iluminar seu esforço para pensar também no campo prático uma concepção de normatividade imanente, concepção esta que seria compatível com sua crítica radical à finalidade (...)
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  30. Présentation.Jean-Marie Beyssade - 1990 - Archives de Philosophie 53 (3):353.
     
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  31.  3
    Pour revisiter le traité Des passions.Jean-Marie Beyssade - 1988 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 178 (4):403 - 405.
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  32.  5
    República e Regicidio em Kant.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):190.
    Kant nega tanto todas as avaliações contrarrevolucionárias quanto qualquer direito à revolução. A fim de interpretar suas várias declarações sobre o que chamamos muito prontamente de “revolução francesa”, temos que associar duas distinções incomuns. Primeiro, uma distinção teórica entre dois conceitos de mudança, Wechsel – ou seja, substituição de uma coisa ou estado de coisas por outra, e Veränderung – ou seja, a identidade continuada de uma substância ao longo de suas transformações modais. Em segundo lugar, uma distinção política prática: (...)
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  33.  8
    Senso comum na Regra XII. O corporal e o incorporal.Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):34.
    Gostaria de discutir a concepção cartesiana do senso comum em geral e a forma que ela toma nas Regulæ, em particular em função de um ponto específico de tradução. Chamo de concepção geral do senso comum em Descartes, uma doutrina que, desde as Regulæ (das quais se conjectura que tenham, ao menos em parte, uma redação muito antiga, anterior a 1628) até as Paixões da Alma (1649), desenvolveu-se em torno de duas teses constantemente reafirmadas: a alma (dualismo metafísico) e a (...)
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  34. " Sophie et mon champ " ou La politique des modernes.Jean-Marie Beyssade - 1995 - Etudes Jean-Jacques Rousseau 7:143.
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  35.  15
    Sur le mode infini médiat dans l'attribut de la pensée: Du problème à une solution.Jean-Marie Beyssade - 1994 - Revue Philosophique de la France Et de l'Etranger 184 (1):23-26.
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  36. Sobre o círculo Cartesiano».Jean-Marie Beyssade - 1997 - Analytica. Revista de Filosofia 2 (1).
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  37.  5
    Sobre o modo infinito mediato no atributo pensamento. Do problema (Carta 64) a uma solução (E5P36).Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):104.
    O artigo procura reexaminar o seguinte problema clássico: qual é, no atributo pensamento, o modo infinito mediato? Contrariamente à posição de Gueroult segundo a qual “nada na Ética nos informa a esse respeito e é preciso decidir-se a interpretar”, o artigo procura mostrar que é possível encontrar em Ética V, 36 e seu corolário, ou seja, no amor infinito que Deus possui para consigo mesmo, a resposta buscada. Uma vez que este amor preenche todas as condições requeridas para ocupar o (...)
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  38.  4
    “Tornar-se ateu” (AT I, 150, 13). Sobre uma passagem controversa da Primeira Meditação (AT VII, 21, 17-19; IX, 16).Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):66.
    Observações sobre divergência entre G. Moyal (1988) e V. Carraud (1991) sobre as relações entre a prova a priori apresentada na Quinta Meditação de Descartes e a hipótese de uma possível objeção levantada por ateus.
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  39.  48
    État de guerre et pacte social selon J. J. Rousseau.Jean-Marie Beyssade - 1979 - Kant Studien 70 (1-4):162-178.
  40.  11
    La générosité à l'oeuvre: hommage à Jean-Marie Beyssade.Chantal Jaquet & Jean-Marie Beyssade (eds.) - 2019 - Paris: Classiques Garnier.
    Les études réunies ici en hommage à Jean-Marie Beyssade s'inspirent de sa recherche selon trois modalités : l'examen des rapports Spinoza/Descartes ou Spinoza/Bergson, l'amplification de ses thèses sur les rapports entre affect et affection, l'étude des concepts de reconnaissance, de préférence, de justification.
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  41.  4
    Descartes - Objecter et Répondre.Jean-Luc Marion, Jean-Marie Beyssade & Lia Levy (eds.) - 1994 - Paris: Presses Universitaires de France.
    Les Objections et les Réponses ne sont pas les protocoles d'un débat qui se serait déroulé après publication des Méditations et comme à l'extérieur d'elles. Dès le début, l'oeuvre maîtresse de la métaphysique moderne s'est voulue tripartite. « Copyright Electre ».
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  42.  6
    Em busca de uma ontologia cartesiana. Sobre três formulações a serem corrigidas. (Carta a um desconhecido, 1642 ou 1643, AT V, 545-5461). [REVIEW]Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):79.
    Após as Meditationes que tornaram conhecidas as raízes de sua metafísica, antes dos Principia que vão desenvolver sua física, Descartes desenvolve, com um interlocutor amigo e desconhecido, as “maneiras de falar”, as fórmulas técnicas mais bem adaptadas à nova filosofia em sua integralidade. Para Deus, o ser supremo, sua liberdade é indiferença, mas não poder de escolher entre contrários. E sua causalidade, como causa sui, causa de si, é inteiramente positiva, mas ela é causalidade formal e não eficiente. Quanto às (...)
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  43.  7
    J.-J. Rousseau: o pacto social e a voz do malandro. Do Discurso sobre origem da desigualdade ao Contrato social: dois pactos opostos ou um só? [REVIEW]Jean-Marie Beyssade - 2022 - Analytica. Revista de Filosofia 24 (1-2):134.
    Trata-se neste artigo de comparar o pacto no Discurso sobre a origem da desigualdade e aquele no Contrato social examinando diferenças e semelhanças nas duas formulações teóricas. O autor sustenta a tese do jogo regrado da pluralidade de vozes, dentre as quais, a voz do filósofo malandro e a voz de Rousseau.
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