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Andrea Faggion [25]Andrea Luisa Bucchile Faggion [7]Andrea Bucchile Faggion [1]
  1.  15
    Why a Hedgehog Cannot Have Political Obligations.Andrea Faggion - 2020 - Ratio Juris 33 (3):317-328.
    According to Ronald Dworkin, political obligation is to be justified as an associative obligation through membership in certain political communities. In this regard, I first argue that the concept of an associative obligation cannot help us to account for precise moral obligations. Second, I analyze certain disanalogies between paradigmatic cases of associative obligation and political obligation in order to show the inability of the former to justify the enforcement of a comprehensive obligation such as the latter. Finally, I argue that (...)
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  2.  19
    Can Mere Intuitions Represent Objects?Andrea Faggion - 2015 - In Ubirajara Rancan de Azevedo Marques, Robert Louden, Claudio La Rocca & Bernd Dörflinger (eds.), Kant's Lectures / Kants Vorlesungen. De Gruyter. pp. 91-104.
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  3.  30
    Kantian Right and Poverty Relief.Andrea Faggion - 2014 - Ethic@ - An International Journal for Moral Philosophy 13 (2):283-302.
    I have two goals in this paper. First, I want to determine whether Kant’s justification for state programs for poverty relief in The Doctrine of Right is based on 1) Kantian duties of virtue, 2) Kantian duties of right, or instead merely on 3) instrumental arguments regarding the preservation of a State as such. I claim that the last alternative is the correct one. Second, I will argue, against Kant himself, that even his merely instrumental arguments for public programs for (...)
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  4.  49
    Law and moral justification.Andrea Faggion - 2020 - Kriterion: Journal of Philosophy 61 (145):55-72.
    ABSTRACT Many prominent legal philosophers believe that law makes some type of moral claim in virtue of its nature. Although the law is not an intelligent agent, the attribution of a claim to law does not need to be as mysterious as some theorists believe. It means that law-making and law- applying acts are intelligible only in the light of a certain presupposition, even if a lawmaker or a law-applier subjectively disbelieves the content of that presupposition. In this paper, I (...)
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  5. A dedução da possibilidade da posse jurídica na doutrina do direito de Kant.Andrea Faggion - 2004 - Kant E-Prints 3 (4):1-18.
    Ofereço uma interpretação da dedução da posse jurídica realizada por Kant no §6de sua Doutrina do Direito que demonstra sua completude e coerência com a introduçãoposterior dos conceitos de “vontade universal” e “posse comum originária” como fundamentosda posse jurídica, ainda que ausentes da referida dedução.
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  6.  17
    Algumas notas sobre a dedução transcendental das categorias como resposta de Kant a Hume.Andrea Faggion - 2013 - Natureza Humana 15 (1).
    O objetivo deste artigo é identificar um ponto nuclear quanto às diferenças entre as teorias do conhecimento de Hume e Kant. Sugiro que Kant seja lido, não contra Hume, como um filósofo que teria procurado refutar seus procedimentos para justificativa de crenças, mas como um filósofo que teria procurado fundar o princípio subjacente a tais procedimentos. Com base em uma análise do propósito das oito regras humeanas que nos permitem saber quando objetos estão em relação de causa e efeito, sugiro (...)
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  7. Concorrência divina: A terceira via liibniziana entre o mero conservacionismo eo ocasionalismo.Andréa Faggion - 2011 - Philosophica -- Revista Do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras de Lisboa 37:25-36.
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  8. In defence of a thin concept of law.Andrea Faggion - 2020 - In Thomas da Rosa de Bustamante & Thiago Lopes Decat (eds.), Philosophy of law as an integral part of philosophy: essays on the jurisprudence of Gerald J. Postema. New York, NY: Hart Publishing, an imprint of Bloomsbury Publishing.
     
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  9. John Rawls Refutou o Intuicionismo?Andréa Luisa Bucchile Faggion - 2024 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 69 (1):e45448.
    Em Uma Teoria da Justiça, John Rawls explicou o intuicionismo como a doutrina que professa o pluralismo irredutível de princípios morais, princípios estes cujos conflitos não poderiam ser resolvidos de maneira principiológica. Segundo Rawls, não se pode oferecer um argumento abstrato que prove que o pluralismo moral é falso. Mas seria possível mostrarmos aquilo que o intuicionista nega existir: o princípio moral mais fundamental, que sistematiza nossas obrigações morais. Este princípio, de acordo com Rawls, seria o princípio da equidade. Neste (...)
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  10.  5
    Kant and Social Policies.Andrea Faggion, Alessandro Pinzani & Nuria Sanchez Madrid (eds.) - 2016 - Cham: Imprint: Palgrave Macmillan.
    This book discusses the potential for Kant's political and juridical philosophy to shed light on current social challenges and policy. By considering Kant as a contemporary and not above moral responsibility, the authors explore his political theory as the philosophical foundation of human rights, discussing the right to citizenship, social dynamics and the scope of global justice. Focusing on topics such as society, Kant's position on human rights, domestic economic justice, public education and moral virtue, the authors analyse the shortcomings (...)
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  11.  10
    Kevin toh’s expressivist reading of H. L. A. Hart, or how not to respond to Ronald Dworkin.Andrea Bucchile Faggion - 2020 - Manuscrito 43 (2):95-113.
    This paper criticises Kevin Toh’s expressivist reconstruction of H. L. A. Hart’s semantics of legal statements on the grounds that two implications of Toh’s reading are arguably too disruptive to Hart’s theory of law. The first of these implications is that legal statements are rendered indistinguishable from statements of value. The second is that the concept of a rule of recognition is rendered dispensable. I argue for the unacceptability of these consequences from a Hartian standpoint in the first two sections (...)
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  12.  34
    O conceito de objeto transcendental na Dedução A: revolução ou queda pré-crítica?Andrea Faggion - 2008 - Trans/Form/Ação 31 (1):143-152.
    Pretendo defender a compatibilidade da concepção de objeto desenvolvida na Dedução Transcendental das categorias do entendimento da primeira edição da Crítica da Razão Pura com as demandas da filosofia crítica, ainda que pese em contrário o uso da expressão “objeto transcendental” por parte de Kant. Sugiro que o uso de tal expressão guarde justamente uma transição entre o conceito de objeto como coisa em si e o novo conceito de objeto do conhecimento em sentido crítico.
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  13.  11
    O problema da legitimidade da autoridade política, ou sobre O que diferencia O estado da mafia.Andréa Luisa Bucchile Faggion - 2017 - Philósophos - Revista de Filosofia 22 (2):37.
    O artigo sugere que o Estado se diferencia de uma máfia sofisticada por sua pretensão de possuir autoridade legítima. Procedemos à análise do significado de tal pretensão, o que nos leva ao paradoxo denunciado pelo “anarquismo filosófico”, segundo o qual autoridade nenhuma poderia ser legítima, já que a obediência a qualquer autoridade implicaria, necessariamente, no abandono da racionalidade prática. Então, apresentamos uma teoria formal da razão prática destinada a resolver o paradoxo anarquista. Por fim, analisamos se, concretamente, poderia haver um (...)
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  14.  6
    Pluralismo Moral e Raciocínio Prático.Andrea Faggion - 2019 - Natureza Humana 21 (2).
    Procuro esclarecer e precisar o que seria o pluralismo moral com base em uma caracterização do que julgo ser a forma mais profunda e radical de conflito moral: o conflito entre valores incomensuráveis. A seguir, lido com os limites do papel da sensibilidade moral nos cenários de conflitos práticos. Por fim, introduzo um modelo de racionalidade prática consistente com o pluralismo moral mais radical. Concluo que, longe de significar a abdicação da racionalidade no domínio prático, o pluralismo, uma vez absorvido (...)
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  15.  61
    Refutação do Argumento Ontológico, ou Filosofia Crítica versus Filosofia Dogmática.Andrea Luisa Bucchile Faggion - 2011 - Veritas – Revista de Filosofia da Pucrs 56 (2):64-83.
    Em seu artigo “Kant’s Critique of the Three Theistic Proofs [partial], from Kant’s Rational Theology”, incluído no livro Kant’s Critique of Pure Reason. Critical Essays, Allen Wood pretende mostrar que Kant não teria provado que a existência não poderia ser um predicado real ou determinante. Em seu artigo “Anselm’s Ontological Arguments”, publicado na revista The Philosophical Review, Norman Malcolm pretende mostrar que Kant não teria provado que a existência necessária não poderia ser um predicado real ou determinante. Lidando com as (...)
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  16.  56
    The second analogy and the kantian answer to Hume: why “cause” has to be an a priori concept.Andrea Faggion - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (35):61.
    The main goal of Kant’s Second Analogy of Experience was to answer Humean objectionsconcerning the aprioricity of the principle of “every-event-some-cause”. This paper intendsto suggest an interpretation of the Kantian argument that, even though cannot show thatHume should be satisfied with the answer, makes clear Kant’s reasons for that anti-Humeangoal. In the first part of this paper, I intend to discuss summarily Hume’s objection againstthe possibility of a demonstration of the principle “every-event-some-cause” and his thesisconcerning its validity. In the second (...)
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  17.  23
    The second analogy and the kantian answer to Hume: why “cause” has to be an a priori concept.Andrea Faggion - 2012 - Revista de Filosofia Aurora 24 (34):61.
    The main goal of Kant’s Second Analogy of Experience was to answer Humean objectionsconcerning the aprioricity of the principle of “every-event-some-cause”. This paper intendsto suggest an interpretation of the Kantian argument that, even though cannot show thatHume should be satisfied with the answer, makes clear Kant’s reasons for that anti-Humeangoal. In the first part of this paper, I intend to discuss summarily Hume’s objection againstthe possibility of a demonstration of the principle “every-event-some-cause” and his thesisconcerning its validity. In the second (...)
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  18.  38
    Kant and Non-Conceptual Content. [REVIEW]Andrea Faggion - 2013 - Manuscrito 36 (2):343-354.