Kriterion: Journal of Philosophy 59 (140):449-474 (2018)

Abstract
RESUMO A história do estatuto, bem como da posição da memória entre semelhantes forças, desde a formação do conceito moderno da antropologia, durante toda a tradição leibniz-wolffinana, e até Kant, é uma história de mudança ascendente, de cristalização de ambos os predicados desta faculdade, e também uma de grande influência sobre a história do próprio pensamento antropológico. O presente ensaio propõe-se analisar como Kant receberia essa evolução, e como ele sobre ela actuaria. Isto é, centrando-nos nas “Lições de Antropologia”, e sobre a “Antropologia num Enfoque Pragmático”, queremos indagar até que ponto Kant daria continuidade à referida tradição, mas, sobretudo, a partir de onde este com ela rompe, talhando ele próprio um novo capítulo nessa história, e também na história da antropologia; mais concretamente, importa conhecer a posição de Kant em relação a Platner ou Hume e suas concepções de memória, sua cisão em relação a estes, e sua proposta de todo um reposicionamento, e também revalorização do estatuto da memória entre faculdades da alma; e, por fim, perceber como Kant traz estes propósitos a bom porto, a saber, por meio da memória judiciosa, a única que abre não só para as ciências, mas também para a faculdade de imaginação produtiva, e para a poesia, e portanto também a única capaz de unir inferiores e superiores faculdades da alma, e instaurar harmonia entre estas. ABSTRACT The history of the status, as well as the position of memory among similar forces, since the genesis of the modern concept of anthropology, during the Leibniz-Wolffian tradition, and until Kant, is a history of ascending transformation, a crystallization of both this faculty’s attributes, and also one of great influence on the history of anthropological thought itself. The present essay aims at analyzing how Kant would receive that evolution, and how he would act upon it. That is, by focusing on the “Lectures on Anthropology”, and on “Anthropology on a Pragmatic Point of View”, we wish to inquire to what extent Kant would resume the aforementioned tradition, but, above all, from which point he breaks with it, thus carving he himself a new chapter in that history, and also in the history of anthropology; namely, it is our objective to ascertain Kant’s position regarding Platner or Hume and their conceptions of memory, his scission from the latter two, and his proposition of a whole repositioning, and also revaluation of the status of memory among faculties of the soul; and finally, understanding how Kant succeeds in these purposes, namely, through the concept of judicious memory, the only one which enables not only sciences, but also the productive faculty of imagination, and hence poetry, and therefore the only one able to unite both inferior and superior faculties of the soul and to sow harmony between the latter.
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DOI 10.1590/0100-512x2018n14006fmfs
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