Discurso 21:151-170 (1993)

Abstract
Ao afirmar que se pode simular a filosofia, mas não a eloqüência, Quintiliano destrói a problemática platônica da imitação (o que é de se imitar é bom, o inimitável é melhor ainda) e justifica a afirmação ao julgar o orador não por sua intenção, mas por seu ato
Keywords filosofia, eloqüência, imitação, intenção, efeito
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DOI 10.11606/issn.2318-8863.discurso.1993.37968
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